segunda-feira, 10 de maio de 2010

Gargalhadas embreagadas.

- é meio clichê falar de amor doutor! Mas estava refletindo sobre os contos hilários de Allen, os trágicos filmes de Almódovar e as dores de Burton e percebi que esses três fazem parte de um dos dominios sentimentais da minha mente, err... como posso dizer, não é tão surreal quando você vive aquilo não é? A 3 anos atrás eu pensei ter encontrado o cara certo, mas ele me atirou num abismo que eu pensei que nunca mais sairia e ainda por cima queria ser meu amigo, que coisa mais deprimente não? Era como se ele fosse um psicopata que se alimentava do sofrimento do objeto em questão e ficava feliz, mas esse sentiemento de felicidade foi tirado dele por mim, conheci outro alguém e meu coração renasceu de novo, agora dói nele o sentimento de perda e isso é tão...
agradável.
Ver ele se contorcer de ódio ao falar do meu nome é tão bom, que mal sabe ele que eu fico sorrindo
toda vez que me mostram algo que ele fez, é ingenuidade dele continuar fazendo, mas que faça assim eu vou ter mais um motivo para rir nos meus dias.
Minha vida é tão boa, dinheiro, amor novo, amigos, bebidas e cigarros, as dores do passado agora são gargalhadas contadas em uma mesa de bar.

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